O que Tupaciguara compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Tupaciguara compraram US$ 182,8 mil de outros países. É 31% a menos do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 266 mil.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 378 cidades de Minas Gerais que importaram, Tupaciguara ficou em 218º lugar. No Brasil, em 1.693º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Ovos de aves, com casca, frescos, conservados ou cozidos4,1 toneladasUS$ 182,8 mil100%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1AlemanhaUS$ 182,8 mil100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 410,2 mil
- 2022US$ 1,47 milhão
- 2023US$ 268,5 mil
- 2024US$ 269,3 mil
- 2025US$ 155,9 mil
- 2026 (até setembro)US$ 182,8 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Tupaciguara
Quanto Tupaciguara importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Tupaciguara (MG) compraram US$ 182,8 mil de outros países: 1 produto, de 1 país.
O que Tupaciguara mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Ovos de aves, com casca, frescos, conservados ou cozidos (100%).
De quais países Tupaciguara mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram Alemanha (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.